Aquele ferro
de brasa
Hoje vive
aposentado
Com a
chegada da energia
O pobre foi
descartado
Quem usou
sabe bem
Era a labuta
do passado.
X
A brasa
fazia esquentar
Já foi de
grande valia
Disso não se
lembra mais
Era a pior
agonia
Engomar
roupa de linho
Viva a tecnologia.
X
Virou peça
de decoração
Coitada da
lavadeira
Engomar
roupas de linho
Que passava
a tarde inteira
Deixando
tudo brilhando
Na pior
trabalheira.
X
A luta do
férreo era assim
Quando ele
não esquentava
Para a brasa
se acender
A passadeira
soprava
Ou se
ficasse frio
A roupa não
passava.
X
Aqui está
ele velhinho
Um pouco da
sua história
Quam usou
sabe bem
Cantar a sua
vitória
Do ferro de
engomar
Só
lembranças na memória.
X
Autoria Irá
Rodrigues
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