quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

O PIOR DESONENS

 


 Vivem sem honestidade

Só vive de malandragem

Isso no campo e na cidade

Tira o sossego do povo

A paz e tranquilidade.

 X

Não aceitava conselhos

Era um ser degradante

Inventa muitas histórias

Se achava interessante

Era muito preguiçoso

Ainda era desafiante.

 X

Se engomava todo

Começava sua trapaça

Chegava na cidade

Se sentava na praça

Se se sentava no botequim

Se enchendo de cachaça.

 

Sem nenhum tostão

Tudo que via comprava

Quando era cobrado

Atrevido ele gritava

Pensando que o dono

Sua dívida perdoava.

No Dia do Trabalho

Só chegava atrasado

Se o chefe reclamava

Ficava envergonhado

Ouvia toda humilhação

No canto ficava calado.

O homem era malandro

Tudo de bom comprava

Mandava ser anotado

Fingia e não pagava

E se fosse cobrado

Dizia que não se lembrava.

 

Com tanta desonestidade

A mulher foi embora

Vivia envergonhada

Saiu de porta a fora

Deixar aquele homem

Foi escolha na hora.

 X


Agora estava sozinho

Se sentindo abandonado

A solidão era seu guia

Ficou desmoralizado

Sem ter outro motivo

Só vivia embriagado.

 

Irá Rodrigues

 

 

 

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