Vivem sem
honestidade
Só vive de malandragem
Isso no campo e na cidade
Tira o sossego do povo
A paz e tranquilidade.
Não aceitava conselhos
Era um ser degradante
Inventa muitas histórias
Se achava interessante
Era muito preguiçoso
Ainda era desafiante.
Se engomava todo
Começava sua trapaça
Chegava na cidade
Se sentava na praça
Se se sentava no botequim
Se enchendo de cachaça.
Sem nenhum tostão
Tudo que via comprava
Quando era cobrado
Atrevido ele gritava
Pensando que o dono
Sua dívida perdoava.
No Dia do Trabalho
Só chegava atrasado
Se o chefe reclamava
Ficava envergonhado
Ouvia toda humilhação
No canto ficava calado.
O homem era malandro
Tudo de bom comprava
Mandava ser anotado
Fingia e não pagava
E se fosse cobrado
Dizia que não se lembrava.
Com tanta desonestidade
A mulher foi embora
Vivia envergonhada
Saiu de porta a fora
Deixar aquele homem
Foi escolha na hora.
Agora estava sozinho
Se sentindo abandonado
A solidão era seu guia
Ficou desmoralizado
Sem ter outro motivo
Só vivia embriagado.
Irá Rodrigues
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